As
Atribuições do MEC
Diversas
mudanças estão ocorrendo no sistema educacional Brasileiro focadas na prática
da educação tradicional que ainda é aplicada por muitos educadores, sendo esta
conteudista, e o aluno era um ser passivo que e as avaliações serviam para
medir quantitativamente. Visando mudar este quadro, a educação começa a
estruturar-se, apesar de ocorrer recentemente, com a criação de um Ministério e
culminando com as Leis de Diretrizes e Bases da Educação.
O
Ministério da Educação, com a sigla MEC, no início de sua criação em 1930 não
possuía a mesma organização e estrutura que possui atualmente, pois
inicialmente tal Ministério desenvolvia ações em diversas áreas como saúdes,
esporte e meio ambiente, sendo até então o Ministério da Justiça, com um
departamento específico, que tratava de assuntos relacionados a educação.
Somente Com as mudanças na constituição brasileira de 1934 é que a educação
passa a ter um foque especial, ou seja, como um direito de todos, conforme diz
o Artigo 149 "A educação é direito de todos e deve ser ministrada, pela
família e pelos poderes públicos, cumprindo a estes proporciona-la a
brasileiros e a estrangeiros domiciliados no pais" (CAMARA DOS DEPUTADOS,
2014). A nomenclatura atual deu-se em 1995, onde a instituição passa a ser
responsável somente pela área da educacional.
Para
acompanhar e diagnosticar a situação educacional no Brasil, o Ministério
coleta, analisa e interpreta os dados provindos, por exemplo, do Educacenso,
sistema on-line o qual "fornece
dados individualizados e possibilita o acompanhamento da trajetória escolar de
alunos e professores" (MEC, 2014).
A autarquia responsáveis em promover os estudos, pesquisas e avaliações
sobre o Sistema Educacional Brasileiro é o Inep, o qual coleta os dados
levantados em todas os níveis e modalidades de ensino, por intermédio do Censo Escolar, Censo
Superior, Avaliação dos Cursos de Graduação, Avaliação institucional, Sistema
Nacional de Avaliação da Educação Superior, Exame Nacional do Ensino Médio
(Enem), Exame Nacional Para a Certificação de Competências (Encceja) e o
Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica(Saeb) (cf. INEP, 2014).
Destes
instrumentos para a coleta de dados cabe destacar o Saeb (Sistema Nacional de
Avaliação da Educação Básica) o qual realiza pesquisa por amostragem do ensino
fundamental e médio a cada dois anos. Um dos meios utilizados para isto é a
Prova Brasil. Por fim, o Saeb tem como objetivo:
"Avaliar
a Educação Básica brasileira e contribuir para a melhoria de sua qualidade e
para a universalização do acesso à escola, oferecendo subsídios concretos para
a formulação, reformulação e o monitoramento das políticas públicas voltadas
para a Educação Básica. Além disso, procura também oferecer dados e indicadores
que possibilitem maior compreensão dos fatores que influenciam o desempenho dos
alunos nas áreas e anos avaliados." (INEP, 2014).
Além
deste instituto de pesquisa outro órgão vinculado ao MEC que merece destaque é
a Secretaria de Educação Básica, esta é responsável e trata os assuntos
relacionados a educação infantil, ensino fundamental e ensino médio. Ela é
norteada, dentre outras normas, pela Lei 9.394/96. A SEB acredita que a educação
básica é o "caminho para assegurar a todos os brasileiros a formação comum
indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhes os meios para
progredir no trabalho e em estudos posteriores" (MEC, 2014).
O Ministério da Educação disponibiliza em sua
página na internet todas as informações disponíveis das ações realizadas que
visam construir uma educação de qualidade no Brasil, cabe o educador buscar
conhecer esta ferramenta orientadora e até mesmo como uma forma de conhecer a estrutura da educação de seu país,
pois "entende-se que é fundamental o professor conhecer com tem sido
construído o sistema educacional" (...). É fato que diversas medidas estão
sendo tomadas para o atingir o patamar de boa qualidade do ensino em nosso
país, como programas, parcerias entre órgãos e secretarias, enfim que os dados
coletados possa de fato refletir com encontra-se a formação dos aluno e a
qualidade da educação oferecida no Brasil.
Questões
relevantes sobre o Ensino Fundamental de nove anos
O
sistema educacional brasileiro está presente desde o período colonial, porém as
grandes mudanças ocorridas na educação advém da década de 1930, com a criação
do Ministério da Educação, seguida de modificações trazidas em 2006 à Lei de
Diretrizes e Bases da Educação, e alterada pela Lei Nº 11.274, de 6 de
fevereiro de 2006 "dispondo sobre a duração de 9 (nove) anos para o ensino
fundamental, com matrícula obrigatória a partir dos 6 (seis) anos de
idade" (BRASIL, 2014).
A
proposta do Ministério da Educação (MEC) é assegurar que todas as crianças
passem mais tempo no ambiente escolar e proporcionar uma educação de qualidade.
A partir dos 06 anos a criança começa então no 1º ano, e, ao término do 9º ano
o aluno estará com 14 anos. Uma das ideias dessa proposta é diminuir os índices
de evasão escolar e repetência. Segundo á Lei nº 10. 172, de 9 de janeiro de
2001 - Aprovou o Plano Nacional de Educação(PNE). O Ensino Fundamental de 9
anos se tornou meta progressiva da educação nacional.
Com
o surgimento desta proposta, diversas reflexões surgiram colocando-se contra ou
favor da implementação de mais um ano no ensino fundamental para o Ministério
da Educação "a inclusão das crianças de seis anos no Ensino Fundamental
amplia a escolarização para uma parcela significativa da população brasileira
que se encontrava, até então, privada da educação escolar ou sem garantia de
vagas nas instituição publica de ensino" (BRASIL, 2014).
Brandão
(2009, p. 17) diz que as mudanças foram introduzidas em dois momentos próximos,
mas distintos:
"Inicialmente, por meio da Lei nº
11.114, de 16 de Maio de 2005, modificando o art. 6º da Lei nº 9.394/96 (Lei de
Diretrizes e Base da Educação Nacional – LDB), determinado que fosse diminuída
de sete para seis anos a idade mínima da criança para o ingresso no ensino
fundamenta e mantendo o dever dos pais ou responsáveis de efetuar a matricula
das crianças dessa idade. Nove meses depois foi sancionada a Lei nº 11.274, de
6 de fevereiro de 2006, determinando que o ensino Fundamental no Brasil
passasse a ter duração de nove anos."
No
enquanto, alguns professores acreditam que o ensino de nove anos cria uma
oportunidade única para a população brasileira, possibilitando o enriquecimento
curricular e o alargamento do tempo para uma aprendizagem mais densa, com
variação de procedimentos metodológicos, outros pensam que é uma desvantagem se
compararmos que o Ensino Fundamental é metodológico, a obediência e o silencio
são meios considerados fundamentais para o desenvolvimento do trabalho, e a
disposição das carteiras, em que a criança, senta uma atrás da outra. O ritmo é
bem diferente de Educação Infantil. A questão é que simplesmente arriscar em
colocar uma criança de seis anos no Ensino Fundamental, nessas condições é
expô-la, ainda mais cedo ao fracasso escolar.
E
é visto como desvantagem o fato das crianças estarem sendo cobradas cedo demais
a ter contatos com conteúdos e habilidades que não desenvolveram ainda, pois a criança
de seis anos aprende por meio da fantasia, da imaginação, das brincadeiras, dos
jogos, de forma lúdica. A criança não deveria entrar para o sistema do Ensino
Fundamental sem que isso fosse levado em conta. Pensando nessas questões fica a
dúvida, se essa ideia não vai acabar trazendo mais prejuízo para a qualidade do
ensino.
Por
outro lado, o aumento do ensino fundamental também oferece maiores
oportunidades de aprender no período de escolarização obrigatória por assegurar
que ingressando mais cedo no sistema de ensino às crianças prossigam nos
estudos alcançando assim mais nível de escolaridade. Além disso, Pode ser visto
como um aumento no número de crianças ingressas na Educação Básica, outrossim,
concebe nova estrutura de organização dos conteúdos considerando o perfil dos
alunos.
O
mapa conceitual abaixo ajuda a entender a organização do ensino fundamental de
nove anos, com base no documento produzido para na conferência Estadual de
Educação Básica, ocorrida em 8 de dezembro de 2007 em Guarulhos - SP:
Por fim, o problemas não está na quantidade de
anos, mas na qualidade dos mesmos, sendo necessária uma ampla reestruturação na
forma de ensino e a qualificação dos professores, pois, "o ambiente de
desenvolvimento e aprendizado da criança de seis anos constitui-se na
organização do trabalho pedagógico, para essa faixa etária, que, por sua vez,
se caracteriza na organização curricular que inclui a organização do tempo,
espaço" (BRANDÃO, 2009, p. 44) entre outros fatores. Por isso a qualidade
de ensino e desenvolvimento da aprendizagem está condicionada ao respeito às
particularidades de cada criança onde devem ser observados no âmbito geral da
educação, deixando que elas aprendam e busquem o aprendizado.
As organizações Auxiliares da
Escola
Toda instituição escolar necessita de uma estrutura organizacional
interna, geralmente prevista no Regimento Escolar ou em Legislação específica,
Estadual ou Municipal. O termo estrutura tem aqui o sentido de ordenamento e
disposição das funções que asseguram o funcionamento do todo, no caso a escola.
Paralelamente à estrutura organizacional muitas escolas mantêm
instituições auxiliares ou organizações auxiliares que são todas as atividades,
que visem prestar ajuda à Escola, quer de forma direta, quer incentivando a
participação dos pais, professores, alunos e funcionários no processo
educativo.
A APM (Associação de pais e mestres). A APM reúne os pais de
alunos, o pessoal docente e técnico administrativo e alunos maiores de 18 anos.
Costuma funcionar mediante uma diretoria executiva e um Conselho deliberativo.
Assim como APM, a caixa Escolar também se trata de uma organização auxiliar, ambos vinculados ao
Conselho da Escola (quando existe) ou ao diretor.
As
comissões de sócios da Sociedade Comunitária de Educação e Cultura e o Grêmio
Escolar também são organizações escolares que podem se organizar tantas quantas
forem necessárias para atender aos diferentes tipos de necessidades. As
comissões de sócios da Sociedade Comunitária de Educação e Cultura possuem o
seu regulamento próprio e o Grêmio Escolar funciona de acordo com seu regimento
próprio, aprovado pelo Conselho de Coordenação Pedagógica e homologado pela
assembleia de alunos.
A
organização de auxiliares operacionais tem as seguintes funções pertinentes ao
seu encargo: os serviços de conservação, manutenção, preservação, segurança e
da alimentação escolar, no âmbito escolar, sendo coordenado e supervisionado
pela direção do estabelecimento de ensino. Dentre as atribuições dos auxiliares
que atual na limpeza está, por exemplo, zelar pelo ambiente físico da escola e
de suas instalações, cumprindo as normas estabelecidas na legislação sanitária
vigente; zelar pela conservação do patrimônio escola; coletar lixo de todos os
ambientes do estabelecimento de ensino, dando-lhe o devido destino. Os
auxiliares operacionais que atuam na cozinha desempenha funções como: zelar
pelo ambiente da cozinha e por suas instalações e utensílios; selecionar e
preparar a merenda escolar balanceada, observando padrões de qualidade
nutricional; zelar pela organização e limpeza do refeitório, da cozinha e do
depósito da merenda escolar.
Outra
atividade auxiliar são os que trabalham na secretaria escolar os quais
desempenham função como controle de todas rotina escolar, auxiliar diretor e
coordenador, atendimento aos pais, alunos e professores, digitação de
documentos oficias, organização de contas a pagar e receber.
Visando
aprofundar sobre o tema, no dia 20 de março de 2014, em visita a escola
TIRADENTES II, situada rua Presidente Pernambuco, Nº 270, no bairro Batista
campos, foi entrevistada a professora e técnica em educação Alzira Ferreira
Mendes com intuito de conhecer as organizações auxiliares presentes nesta
instituição dentre as organizações presentes na escola a professora resalta
duas por se destacarem ao envolver assim como despertar a participação ativa
dos principais atores do ambiente escolar .
Alunos - Quais são as organizações auxiliares que a
escola possui ?
Alzira Ferreira Mendes - Resalto duas
organizações que se destacam nesta escola: o conselho escolar e o grêmio estudantil.
Alunos - Quais as
atividades que elas desenvolvem dentro da escola ?
Alzira Ferreira Mendes - Conselho
escolar ,órgão colegiado com função
político pedagógico,além de liberação para pratica educativa, controlar os
recursos escolares , assim pais e mestre colabora com aperfeiçoamento do
processo educativo. O grêmio representa interesses do estudantes com fins
cívicos ,culturais e desportivos entre outros
Alunos - Quis são os
benefícios que estas organizações trazem pra escola?
Alzira Ferreira Mendes - O grêmio estudantil
colabora para o desenvolvimento da escola onde os integrantes participam das
tomadas de decisão e melhoria do processo educativo voltado para o bom
desempenho dos alunos. Além do mais ajudam a desenvolver espírito coletivo, a lideranças,
solidariedade valores importantes para a formação humana.
Vale ressaltar que conselho escolar é uma comissão de professores
técnicos em educação,diretores,grêmio estudantil entre outros que se reúnem
para tratar de problemas relacionados a escolas, ao aluno, professores ou até
mesmo de funcionário e outros. Com a finalidade de zelar pelo bom desempenho
educacional de seus alunos e de toda sociedade.
A
Formação do Profissional de Ensino Fundamental I
A
principal exigência do mercado e de trabalho é a qualificação profissional na
áreas educacional a qualificação docente poderá ser um dos nortes para atribuir
um bom padrão de qualidade a educação, neste sentido as diretrizes educacionais
brasileiras estabelecem as exigências para a formação do profissional deste
campo de atuação e com a implementação de mais um ano no ensino fundamental várias
reflexões sobre a formação do professor.
A
LDB - Lei nº 9.394 de 20 de Dezembro
de 1996 estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, no
Artigo 62 define como obrigatório o nível superior para o profissional que atua
na Educação Básica no segmento do Ensino Fundamental I, conforme descrito
abaixo:
"Art.
62. A
formação de docentes para atuar na educação básica far-se-á em nível superior,
em curso de licenciatura, de graduação plena, em universidades e institutos
superiores de educação, admitida, como formação mínima para o exercício do
magistério na educação infantil e nos 5 (cinco) primeiros anos do ensino
fundamental, a oferecida em nível médio na modalidade normal. (Redação dada
pela Lei nº 12.796, de 2013)" (JUSBRASIL, 2014)
Esta
exigência deveras é importante, pois ao terminar o ensino médio, ou o primário,
o aluno ainda não possui a "bagagem" de conhecimentos pertinentes e
necessárias a educação pode até possuir, contudo não o faz de forma científica
e sim intuitiva, por isso ingressar no curso de nível superior ajudará na
qualificação profissional, porém é relevante o que diz Mello (2014) "Assim
como as situações de aprendizagem que o futuro professor vive não propiciam a
articulação desse conteúdo com a transposição didática", ou seja, a
formação objetiva somente a aquisição de teoria, prejudicando o futuro
profissional, sendo que, continua falando a autora "o investimento em
formação de professores pode ser o de melhor rentabilidade ou melhor relação
custo-benefício para a melhoria da educação básica" (Idem, 2014). As
reflexões feita por Mello em 2001 para a Revista Ibero,-Americana, já acenavam
para a criação do ensino fundamental de 9 anos.
Mudanças
na formação do professor das series iniciais também é refletida por Rosana P.
Gonçalves (2014) ao afirmar "as mudanças exigem, entre outros aspectos,
que os educadores reconstruam suas práticas e, para isso, é preciso 'construir
pontes' entre a realidade de seu trabalho educacional e o que tem como meta
para a formação da criança", já que a preocupação dos profissionais da
educação deve atender os objetivos da educação básica e não formar apenas
biólogos, matemáticos, matemáticos, por exemplo, mas professores capazes de
atuar com nestas áreas de conhecimento. Ou seja, há uma desarticulação entre a
formação de docentes para a educação infantil, os anos iniciais do ensino
fundamental e os anos finais do ensino fundamental e para o ensino médio
prejudicando a continuidade aos alunos refletindo em evasão e repetência.
O
mapa conceitual abaixo demonstra a necessidade de mudanças na formação dos
educadores:
Por
fim, a LDB contribuiu grandemente para a implantação do sistema educacional
brasileiro, propondo mudanças além daquelas já trazidas pela Constituição
Federal de 1988 e anteriormente pela Constituição de 1934 ao dizer que a
educação é um direito de todos, contudo além disso é necessário haver
profissionais qualificados a assumir a responsabilidade que lhe cabe na
importância da formação do povo brasileiro.
REFERÊNCIAS
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