sábado, 17 de novembro de 2012

DIDÁTICA: A ELABORAÇÃO DO PLANO DE AULA

DIDÁTICA: A ELABORAÇÃO DO PLANO DE AULA
Serão apresentados nas próximas linhas os passos necessários para o desenvolvimento do plano de aula, isto é, para que se alcance os objetivos propostos na elaboração do plano.

1 – Público-alvo
O plano de aula será desenvolvido para uma turma de alunos da educação infantil, jardim II, a turma é composta de vinte e três alunos na faixa etária de cinco anos com exceção um aluno de quatro anos de idade que possui características imperativas, com dificuldade de interagir com os demais colegas da turma. Mas, as principais de características da turma são crianças sem habilidades motoras completas, porém atentas às aulas, agitas principalmente quando algum colega começa a correr pela sala, a levantar da carteira; gostam de afeto, carinho, com facilidade de interagir com outras crianças, gostam de brincar sendo uma das formas de aprendizagem, são criativas e inventam estórias com facilidades assim como também gostam de ouvir, descrevem pessoas, ambiente e lugares com facilidades. Com facilidade de agrupa-los, os alunos são geralmente organizados em grupos de seis.
Dentro da sala de aula estão disponíveis os seguintes recursos: fantoche, massa de modelar, giz de cera, tinta guache, EVA, colas coloridas, papel A4, papel crepom, livros de histórias (que compõem o cantinho de leitura) quadro branco, painéis, lápis de cor, canetas hidrográficas. Os alunos possuem acesso aos diversos veículos informativos que são trabalhados nos da seguinte forma: na segunda feira é utilizada a sala de vídeo, na terça feira desenvolvem atividades na brinquedoteca, na quarta feira usam o laboratório de informática, na quinta feira tomam banho na piscina e na sexta feira levam seus próprios brinquedos.

2 – Perfil da turma para qual a aula será preparada
Segundo as orientações didáticas dos Parâmetros Curriculares Nacionais relacionadas às crianças na faixa etária de quatro a seis anos “mantem-se a importância da identificação pelo nome e acrescenta-se o interesse por sua representação escrita” (PCN), para que seja desenvolvida a escrita da criança o tema da aula ser trabalhado será As Vogais, pois as aprendendo os alunos dão o primeiro passo para descoberta da escrita. No terceiro relatório apresentam-se outras justificativa e importância deste tema no Jardim II.

3 – Tema da aula
Como foi dito anteriormente, o conteúdo escolhido a ser aplicado em uma determinada aula será sobre As Vogais, pois desde a antiguidade “os sons da fala são classificados em dois grupos principais: vogais e consoantes. Vogais são os sons da fala que ocorrem quando o fluxo de ar percorre o aparelho fonador livre e continuamente, sem causar turbulência ou enfrentar obstrução temporária” (vogal, 2012). Buscando desenvolver o aspecto cognitivo dos alunos a apresentação das vogais é o começo do processo de descoberta tanto da escrita como da leitura. Primeiramente trabalhando a vogal A, e consecutivamente uma de cada vez, para se fixar bem. Utilizando recursos que ajudarão na identificação destes signos no dia a dia, como no próprio nome, nas embalagens, entre outros meios. Este é o processo de alfabetização o qual Regina Scarpa (2012) faz a seguinte colocação “Alguns educadores acham que é a aquisição do sistema alfabético de escrita; outros, um processo pelo qual a pessoa se torna capaz de ler, compreender o texto e se expressar por escrito”. Por fim, o conhecimento das vogais (das letras) despertara no aluno a capacidade de perceber-se como parte integrante de um mundo letrado.

4 – Reflexão: O distanciamento entre a Didática Teórica e Didática Prática
Neste relatório será desenvolvida uma breve reflexão sobre a um aspecto presente diariamente vida do pedagogo que é a Didática e será tomado como base a abordagem apresentada no texto de Pura Lucia O. Martins que aborda uma temática que está presente no cotidiano da educação a Didática Teórica e a Didática Prática, onde de fato há uma separação entre a realidade do aluno e o que é pensado e elaborado pela coordenação pedagógica para que seja aplicado em sala de aula.
Para que seja possível atingir um determinado objetivo, o "sucesso", o planejamento é inevitável, segundo Haydt (2006) "planejar é analisar uma dada realidade, refletindo sobre as condições existentes, e prever as formas alternativas de ação para superar as dificuldades ou alcançar os objetivos desejados", principalmente na abordagem tecnicista que muitas vezes prevalece na educação atual. Isso faz com que haja uma separação entre a Didática Teórica e a Didática Prática.
Quando há a divisão entre a teoria e prática afasta-se da essência da didática que é "a ciência e a arte do ensino" (HAYDT 2006), e enquanto arte é necessário haver a integralidade do todo, por isso o planejamento deve englobar os dois aspectos, ou seja, levar em consideração o público alvo é a primeira etapa, segundo Martins, que também afirma "a elaboração do planejamento de ensino envolve: objetivos, conteúdos, procedimentos de ensino, recursos de ensino (materiais humanos, físicos) e avaliação". Porém, desfaz-se o foi dito anteriormente quando trazemos comparamos/aplicamos a realidade do dia-a-dia em muitas salas de aula, pois muitos professores desenvolvem e se preocupam em executar apenas um plano de aula.
Contudo, muitos docentes, questionam o fato de que recebem pronto um planejamento para ser desenvolvido o qual está distante da realidade do aluno, a ponto de chegar ao seguinte consenso "todos os elementos que compõem o planejamento são determinados e impostos ao professor, pela coordenação ou por órgãos superiores" (MARTINS, 2012) onde se resumem apenas em exercícios, esvaziando todo o conceito de planejamento.
Sendo assim, conclui-se que é visível o distanciamento entre a Didática Teórica e Didática Prática onde a primeira tem sua devida importância, mas esquece de levar em consideração o professor e o aluno como indivíduos situados dentro de um contexto social, baseado no sistema de classes sociais as quais apresentam divergências entre si.

5 – Justificativa e Objetivos da aula planejada
O desenvolvimento infantil abrange diversas áreas como a linguagem que pode ser a oral e a escrita. A linguagem escrita é aquisição dos sinais gráficos, dentre estes sinais estão às vogais, temas escolhido para ser desenvolvido em uma turma do jardim II, da educação infantil.  Neste tema o assunto a ser trabalho será a vogal "A", de inicio está vogal será visualizada pelos alunos, por meio de fichas, para que o aluno tenha a ideia inicial de como esta vogal é grafada e criando mentalmente a imagem desta letra que está presente no cotidiano como no próprio nome que é pronunciado, nas embalagens dos brinquedos, na televisão, enfim estamos em mundo envolto às palavras, as letras, por isso é importante compreender a importância da escrita, compreendendo esta como sendo forma de expressão do som da fala, sendo representada por símbolos que podem ser substituídos pelas letras do alfabeto.
A visualização inicial proporcionará ao aluno à capacidade de diferenciar a vogal “A” das demais vogais, sendo que a letra possui diversas formar de ser grafada primeiramente diferenciando-a de maiúscula e minúscula e quais situações estas podem ser aplicadas, por exemplo, a maiúscula em nomes próprios e minúsculas em nomes comuns. Será abordado também as diferenças quanto às formas e os modos desta vogal.
Por fim, segundo Vichessi (2012) “os pequenos trabalham pensando quais e quantas letras são necessárias para escrever as palavras”, por isso este assunto além de ser abordado de forma simples também deve ser trabalho ludicamente, pois a criança aprende brincando e a ludicidade conseguirá despertar o interesse em aprender.

6 – Procedimentos de Ensino e Método
Para que a aula "funcione", isto é que o conteúdo seja absolvido a utilização de métodos, dos procedimentos de ensino é indispensável, pois coloca “o aluno em contato direto com coisa, fatos e fenômenos que lhes possibilitem modificar sua conduta, em função dos objetivos previstos. Portanto, os procedimentos de ensino dizem respeito às formas de intervenção na sala de aula” (HAYDT, 2006). Para que aplicar o assunto escolhido o principal método utilizado será o de ensino-aprendizagem individualizante.
A Educação Infantil é a primeira etapa da educação básica “ajuda no desenvolvimento físico, psicológico, intelectual e social da criança” (INFANTIL, 2012), por isso o método individualizante é o mais apropriado para nesta etapa, o qual segundo Haydt (2006) “são aqueles que valorizam o entendimento às diferenças individuais e fazem a adequação do conteúdo ao nível de maturidade, à capacidade intelectual e ao ritmo de aprendizagem de cada aluno, considerando individualmente”.
Como foi dito no relatório anterior, o método inicial de abordagem do assunto será por meio de ficha, apresentando a vogal “A” aos alunos, para que seja criada mentalmente a figura desta letra. Por meio de exposições de situações em podem ser aplicada a vogal. Dando prosseguimento a aula, a próxima etapa a ser aplicada é estudo dirigido o qual o professor oriente o educando a realizar tarefas operatórias. Nesta etapa será utilizado o método da visualização viso motora, para que o aluno visualize e trabalhe a coordenação motora, pintando com o dedo indicador a vogal desenhada numa folha de papel A4 (conforme exemplifica os anexo 1 e anexo 2).  
Para continuar trabalhando a coordenação motora será pontilhado no caderno a vogal para que a criança possa cobri-la. Outro recurso pedagógico que será usa é a cantiga de roda que pode ser “uma grande ferramenta facilitadora do processo de aprendizagem, tornando a escola, a aula, as atividades mais alegres e receptivas” (SOARES E RUBIO, 2012), citamos o exemplo: “O A é uma letrinha muito fácil de fazer. É o A de avestruz que já, já, vai conhecer”, utilizando o ritmo da canção Ciranda Cirandinha.
Por fim, classificar, ordenar e sistematizar fazem parte destas atividades descritas anteriormente, estratégias que fazem parte do procedimento de ensino-aprendizagem individualizante, atividades que parecem simples e sem sentido para quem já tem a cognição definida, conteúdo exige um grande esforço da criança tanto que muitas pequenos não conseguem atingir o objetivo proposto.

7 – Avaliação
 Segundo Cipriano Carlos Luckesi (2012) é avaliação é inevitável, ou seja é indispensável no processo educativo, pois “não existe ação pedagógica sem avaliação”, por isso também na Educação Infantil avaliação está presente, com algumas peculiaridades desta etapa de ensino, para que seja desenvolvida a avaliação a observação deve ser o principal instrumento do docente e assim diagnosticar seus alunos e sua turma de modo geral para consiga determinar o nível de aprendizagem de seu alunos.
Os três tipos de instrumentos que serão ser utilizados para avaliar os alunos na aula planejada são o relatório, ficha de avaliação e analise das produções. O relatório é um instrumento utilizado pelo professor para “registrar as observações das crianças, as situações, as experiências e os diversos aspectos do grupo, dos alunos individualmente e de seus processos, tanto na aprendizagem quanto no âmbito relacional e de grupo”; A ficha de avaliação está “muito presentes na prática de avaliação infantil e se constituem em tabelas e/ou quadros com questões objetivas e pouco espaço para relatos discursivos”; Já a analise de produção “deve ser considerado que a criatividade da criança precisa ser explorada através de diversas situações e atividades”, estes três aspectos são definidos por Carneiro (2012).
Segundo o autor do artigo Avaliação de Aprendizagem, publicado na revista Nova
Escola diferencia o exame da avaliação, onde o primeiro classifica o aluno conforme a nota alcançada em determinado teste em quanto o segundo conceito investigar as causas dos resultados nas avaliações. Assim concluímos que o principal instrumento para avaliar os discentes é método capaz de identificar as dificuldades de desenvolvimento de cada criança.

8 – Reflexão sobre o processo de avaliação
Muito mais que um caráter de aprovação e reprovação a avaliação deve ser antes de tudo um instrumento de emancipação humana, como fala na LDB no artigo 31°, sendo capaz de promover o desenvolvimento, por meio do diagnostico ou do resultado apresentado por ela, para que o professor não venha classificar e dividir seus alunos em superiores e inferiores, como acontece com frequência.   
Haydt (2006) nos diz que a avaliação “com caráter formativo é verificar se o aluno está conseguindo dominar gradativamente os objetivos previstos, expressos sob a forma de conhecimentos, habilidades e atitudes”, onde o educador ter o cuidado para classificar seus alunos entre aqueles que são bons e aqueles que não são situações frequentemente encontrada em sala de aula, refletindo no comportamento do próprio educando, levando este a se excluírem ou se agruparem a ponto de contribui com o processo de ensino-aprendizagem.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei n° 9394/96, 5a edição, no artigo 29° ressalta que a educação infantil tem como finalidade “o desenvolvimento integral da criança” e ao referir-se da avaliação nesta etapa da educação diz no Art. 31° “na educação infantil a avaliação far-se-á mediante acompanhamento e registro do seu desenvolvimento e registro do seu desenvolvimento, sem o objetivo de promoção, mesmo para o ensino fundamental”.  
Sendo assim, quando o professor inicia o processo avaliativo deve levar em consideração mais do que o simples fator de atribuir uma nota ao discente, isto é apenas realizar um exame classificatório, mas através deste processo integrante da educação em todas as suas etapas ser capaz de identificar as dificuldades de aprendizagem de seus alunos e considerando que o resultado obtido na avaliação pode ajudar o crescimento não somente intelectual, mas o desenvolvimento integral da criança, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade, conforme descrito na Lei da Educação.

Plano de aula
a)      Público-alvo :
Educação Infantil, Jardim II
b)     Perfil da turma para qual a aula será preparada:
A turma é composta de vinte e três alunos na faixa etária de cinco anos com exceção um aluno de quatro anos de idade que possui características imperativas, com dificuldade de interagir com os demais colegas da turma. Mas, as principais de características da turma são crianças sem habilidades motoras completas, porém atentas às aulas, agitas principalmente quando algum colega começa a correr pela sala, a levantar da carteira; gostam de afeto, carinho, com facilidade de interagir com outras crianças, gostam de brincar sendo uma das formas de aprendizagem, são criativas e inventam estórias com facilidades assim como também gostam de ouvir, descrevem pessoas, ambiente e lugares com facilidades. Com facilidade de agrupa-los, os alunos são geralmente organizados em grupos de seis.

      c) Tempo de duração: A aula terá duração de duas horas e meia
c)      Tema da aula:
Segundo as orientações didáticas dos Parâmetros Curriculares Nacionais relacionadas às crianças na faixa etária de quatro a seis anos “mantem-se a importância da identificação pelo nome e acrescenta-se o interesse por sua representação escrita” (PCN), para que seja desenvolvida a escrita da criança o tema da aula ser trabalhado será “As Vogais”.
      e) Justificativa:
Buscando desenvolver o aspecto cognitivo dos alunos a apresentação das vogais é o começo do processo de descoberta tanto da escrita como da leitura, pois como nos diz o PCN, a criança tem grade interesse pela representação escrita do nome.
   f) Objetivos da aula a ser planejada:
Ao termino da apresentação do conteúdo pretendemos alcançar:
·         ;
·         ;
·         .
(vem em tópicos, relatando o que pretendemos atingir/desenvolver com a sala)
   g) Conteúdo previsto para a aula:
O desenvolvimento infantil abrange diversas áreas como a linguagem que pode ser a oral e a escrita. A linguagem escrita é aquisição dos sinais gráficos, dentre estes sinais estão às vogais, temas escolhido para ser desenvolvido em uma turma do jardim II, da educação infantil.  Neste tema o assunto a ser trabalho será a vogal "A", de inicio está vogal será visualizada pelos alunos, por meio de fichas, para que o aluno tenha a ideia inicial de como esta vogal é grafada e criando mentalmente a imagem desta letra que está presente no cotidiano como no próprio nome que é pronunciado, nas embalagens dos brinquedos, na televisão, enfim estamos em mundo envolto às palavras, as letras, por isso é importante compreender a importância da escrita, compreendendo esta como sendo forma de expressão do som da fala, sendo representada por símbolos que podem ser substituídos pelas letras do alfabeto.
A visualização inicial proporcionará ao aluno à capacidade de diferenciar a vogal “A” das demais vogais, sendo que a letra possui diversas formar de ser grafada primeiramente diferenciando-a de maiúscula e minúscula e quais situações estas podem ser aplicadas, por exemplo, a maiúscula em nomes próprios e minúsculas em nomes comuns. Será abordado também as diferenças quanto às formas e os modos desta vogal.
Por fim, segundo Vichessi (2012) “os pequenos trabalham pensando quais e quantas letras são necessárias para escrever as palavras”, por isso este assunto além de ser abordado de forma simples também deve ser trabalho ludicamente, pois a criança aprende brincando e a ludicidade conseguirá despertar o interesse em aprender.
  h) Procedimentos de Ensino e Método:
Para que aplicar o assunto escolhido o principal método utilizado será o de ensino-aprendizagem individualizante. Será utilizado o método da visualização viso motora, para que o aluno visualize e trabalhe a coordenação motora, pintando com o dedo indicador a vogal desenhada numa folha de papel A4. Também a vogal será pontilhada no caderno a vogal para que a criança possa cobri-la. Outro recurso pedagógico que será usa é a cantiga de roda.
i)             Recursos de Ensino:
- A visualização vogal por intermédio de fichas com ilustração;
- Será utilizada a pintura a dedo;
- A cantiga de roda.
   j) Avaliação:
Os três tipos de instrumentos que serão ser utilizados para avaliar os alunos na aula planejada são o relatório, ficha de avaliação e analise das produções.
  k) Recursos Materiais:
- Ficha com a letra A. Assim como alguns desenhos para ilustrar.
- Ilustração da vogal em folha de A4, para o aluno pintar com os dedos;
- Tinta guache;
- Caderno com a vogal pontilhada
- Lápis comum.
  l) Referências Bibliográficas:
EBSA, Equipe. Alfabeto Colorido: de A a Z. São Paulo: Editora do Brasil, 2008.
BRASIL, Equipe Editora do. Brincando com as palavras. V2. São Paulo: Editora do Brasil, 2012.



  
REFERÊNCIAS

CARNEIRO, Maria da Penha Aparecida Klug Basílio. Processo avaliativo na Educação Infantil. Escola Superior Aberta do Brasil, Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Educação Infantil. Vila Velha – ES, 2010. Disponível em: http://www.esab.edu.br/arquivos/monografias/Monografia_MariadaPenhaAparecida.pdf. Acesso em: 17 de novembro de 2012;

HAYDT, Regina Célia C. O planejamento da Ação Didática. In: Curso de Didática Geral. São Paulo: Ática, 2006. PLT 316;

INFANTIL, Educação. Disponível em:  http://www.brasil.gov.br/sobre/educacao/sistema-educacional/educacao-infantil. Acesso em 17 de novembro de 2012;

 LDB, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. 5a edição. Disponível em: http://bd.camara.gov.br/bd/bitstream/handle/bdcamara/2762/ldb_5ed.pdf. Acesso em: 17 de novembro de 2012;
PCN.  Referencial Curricular Nacional Para A Educação Infantil. Vol. 2. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/volume2.pdf. Acesso em: 09 de novembro de 2012;

SCARPA, Regina. Alfabetização na educação infantil. Pode? Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/alfabetizacao-inicial/alfabetizar-educacao-infantil-pode-424823.shtml. Acesso em 11 de outubro de 2012;

SOARES, Maura Aparecida & RUBIO, Juliana de Alcântara Silveira. A Utilização da Música no Processo de Alfabetização. In Revista Eletrônica Saberes Da         Educação. Disponível em: http://www.facsaoroque.br/novo/publicacoes/pdf/v3-n1-2012/Maura.pdf. Acesso em 17 de novembro de 2012.
 
VICHESSI, Beatriz. Por que as crianças devem aprender a escrever com letra de fôrma para depois passar para a cursiva? Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/alfabetizacao-inicial/criancas-devem-aprender-escrever-letra-forma-depois-passar-cursiva-428549.shtml. Nova Escola. Acesso em: 16/11/2012.

VOGAL. Disponível em: http://www.radames.manosso.nom.br/gramatica/vogal.htm. Acesso em 11 de outubro de 2021.



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