A Educação pela Arte
A escola
desempenha um importante papel no desenvolvimento artístico do ser humano, ao
propiciar oportunidades de expressão artística. A educação pela arte propicia
uma nova forma de pensar, por isso é fundamental entender que ela é constituída
de modos específicos de manifestação da atividade criativa dos seres humanos ao
interagirem com o mundo em que vivem, ao se conhecerem e ao conhecê-lo. Além
disso, tem uma grande importância na educação escolar e em geral ela tem função
indispensável na vida das pessoas desde o início das civilizações, tornando-se
um fator essencial de humanização.
A seguir será
apresentado as memórias escolares relacionadas a práticas artísticas, de
artesanato, recreação que contribuíram para o desenvolvimento de criativos dos
alunos que desenvolveram esta ATPS. Este é o relato da aluna Ecidioneides Maria
Fernandes:
A professora da
escola, era muito querida por todos os alunos dela, era tratada com muito
respeito pelos seus alunos, pois ela dedicava todo o tempo a ele, sempre
inovando suas atividades para com seus alunos em sala de aula para. Era época
de festa junina, mês de junho, aí então a professora resolveu a apresentar uma
peça teatral com fantoches estes eram João e Maria. Professora da escola fez
uma reunião com os alunos para escolher um grupo de alunos para apresentar a
brincadeira da história de dois fantoches estes eram feitos de pano que se
chamavam pelo nome: João e Maria.
João e Maria
contavam uma historia de quando não sabiam ler nem escrever. Primeiro a
professora organizou os alunos para construir um palco onde João e Maria contariam
a historia do seu primeiro dia de aula na escola.
Pois os mesmos não
sabiam ler nem escrever, mas eram muito reforçados, faziam tudo que a
professora escrevia na lousa para eles fazerem, e assim, foram se desenvolvendo,
e logo começou despertar o prazer de ler e escrever, no final do ano letivo
João e Maria já sabiam ler e escrever o seu próprio nome, tiveram um final
feliz .
Vejamos a
autobiografia de Javé de Oliveira Silva:
“Nos anos de 1993 e 1994 estudei na Escola Municipal
de Educação Infantil Chapeuzinho Vermelho, onde ocorreu meu primeiro contato
com a criação artística. Apesar de ter uma finalidade específica, ou seja,
desenvolver a coordenação, o trabalho com colagem fascinava-me e era levando
muito a sério.
As colagens com bolinhas de papel, por exemplo, era
feitas com tanta perfeição que as tiram tinham que ter quase o mesmo tamanho. A
utilização de sementes também foi marcante, usávamos, geralmente, milho, arroz
e feijão, elas eram usadas para contornar ou preencher os desenhos que as
professoras forneciam. Minha mãe chegou a brigar comigo por está desperdiçado
estes alimentos, ao fazer as colagens, pois as atividades iam além da sala de
aula.
Assim desenvolvendo estas atividades e nas series
posteriores do ensino fundamental algumas outras, nas aulas de educação
artística, fui desenvolvendo o gosto pelo artesanato. Quinze anos depois surge
a oportunidade de aprimorar e adquirir novas habilidades, para trabalhar com
sementes, por intermédio do Projeto Mundo Jovem, financiada pela fundação Itaú,
onde criei peças, modestamente, muito bonitas que variavam entre arranjos com
sementes de seringueiras, por exemplo, a braceletes de ouriço de
castanha-do-pará.
Por fim, considero-me um artesão e as diversas
técnicas artesanais chamam minha atenção, sendo que atualmente faço capitonê,
flores de EVA, crochê, ponto russo, pedraria, pintura em tecido, fuxico,
arranjos com sementes, algumas delas tive apenas um pequeno empurrão e outras
aprendi sozinho, com auxilio de revista. Amo artesanato.”
A discente Maria
Dorotelma Bastos Tapajos narra os seguintes fatos:
“Estudei meu ensino fundamental todo em escola de
freira, sempre foi uma educação excelente. Lembro que a professora nos levava
para uma espécie de quintal da escola, onde o verde prevalecia com plantações
diversas e nós pegávamos folhas para fazer trabalhos.
As aulas de religião, sempre eram feitas na capela
da escola, com orações e músicas religiosas, já as aulas de arte eram
realizadas aos sábados pela manhã, sendo que a professora era freira, pois no
memento não me recordo do seu nome. Os alunos compravam o material que serviria
para fazer os objetos de artesanato, era: tecidos, espumas, espelhos, cartolinas,
lantejoulas e outros. Ao final do trabalho pronto, ela dava nossa nota, e ainda
podíamos trazer o objeto para casa, que era leque de parede, coração de
espelho, porta jóia de porcelana e outros que não me recordo agora.
Quando tinha datas comemorativas, a professora nos
ensinava uma pecinha para encenar no auditório da escola, sendo que, todas as
turmas podiam ver.
Hoje em dia esta escola ainda existe, mas com um
método totalmente diferente daquela época. Eu amava essa escola fazia tudo com
muito gosto, pode ter começado aí o meu lado artístico. Tenho ótimas
lembranças.”
A Aluna Missilene da Conceição Gonçalves Coelho
faz o seguinte relato sobre suas experiências escolares, voltadas para as
atividades artísticas:
“Lembrar
da infância é algo que nos dá prazer, mais lembrar de atividades realizadas na
escola, são poucas as lembranças, mas lembrarei com prazer as que vierem em
minha mente.
Estudei em escolas que
fazia pouco uso das atividades artísticas, mas lembro dos recortes de jornal
para fazer colagem das figuras encontradas, já no ensino médio com a professora
de artes, fui inserida um pouquinho mais no mundo da história da arte, e lembro
que ela pedia que observássemos algumas pinturas de artistas como Michelangelo,
onde o objetivo era observar interpretar e em seguida desenhar a pintura, era
bem interessante, pois fazíamos bastante uso de tinta e lápis de cor o que
tornava o trabalho prazeroso. Assim foi o que aprendi sobre arte, que o
objetivo era sempre interpretar e fazer uso dela pra toda a vida.”
Cada pessoa é um
ser humano único, diferente, por trazer consigo sua história de vida, sua
cultura e também seus sentimentos, suas emoções, suas qualidades, seus defeitos
e suas habilidades. Esta é umas das conclusões ao levar em consideração os
depoimentos apresentados anteriormente, cada experiência foi ocorram em tempos
e espaços diferentes, contudo marcaram, pois o professor foi o condutor das
atividades, isto é, ajudou no processo de construção, mas que fato os alunos
foram os atores principais do processo. Esta é a chave para despertar o gosto
pela arte.
As experiências
vivencias com as criações artísticas foram tão marcantes que ainda hoje os
alunos, como a Telma Tapajós, dão continuidade aos habilidades adquiridas em
seu tempo de aluno, sendo que hoje aprimorou o que aprendeu, conheceu novas
técnicas e repassa para seus alunos em sala, estimulando a criatividade deles.
Carteiras
enfileiradas, giz e o tradicional quadro-negro. Se essa é a primeira imagem que
vem à cabeça quando se pensa em escola e sala de aula, trabalhar com a arte
mostra que as coisas podem ser diferentes, mas para romper com o modelo
tradicional de educação ou os conceitos de como trabalhar a disciplina em sala,
as mudanças comecem durante a formação do professor, a arte traz uma forma
diferente de abordar o lugar do educador na sala de aula. O professor se
estabelece como alguém que deseja dialogar com o aluno – e passa a ter um olhar
mais crítico em relação à sua formação.
Por fim, As aulas de Arte, assim como os
professores, não precisam visar à formação de pintores, escultores ou peritos
em artes, mas devem buscar ampliar o conhecimento e sensibilidade dos alunos
tornando-os indivíduos criativos e dinâmicos inseridos no contexto da
sociedade.
A Importância da Arte no desenvolvimento Infantil
A
escola atual dá continuidade ao modelo educacional adquirido dos padrões
jesuítas, porém há muitas discussões tentando introduzir novos modelos ou
práticas, sempre levando em consideração o aluno como protagonista. A arte é de
suma importância para o desenvolvimento do aluno, por desenvolver a capacidade
do pensar, do questionar, do movimento, trazendo-o para a vida em sociedade.
Durante
todo o período escolar ocorre um esforço concentrado para nos introduzir no
universo letrado, para isso segue-se o padrão estabelecido a séculos apenas
para reproduzir fielmente os conteúdos repassados nas disciplinas. Porém,
algumas práticas, após diversas discussões, após diversas discussões, estão
sendo introduzidas em sala de aula, entre elas está o trabalho com a arte, mas
para que esta produza resultados é preciso romper paradigmas dos professores
acostumados as antigas metodologias.
A
arte rompe estas barreiras, pois necessariamente o docente precisa valorizar as
criações dos alunos, caso contrário criará um bloqueio na criatividade,
impedindo a espontaneidade, requisito necessário para as criações artísticas. O
professor acostumado as “formas perfeitas” recrimina quando a criança dá novas
formas geométricas a arvore ou pinta uma folha de azul.
É
comum nos dias atuais as escolas trabalharem métodos mais atuais, como a dança,
a pintura, jogos corporais desenvolvidos dentro da própria arte contemporânea,
mas ainda é comum o uso de atividades arcaicas, deixando assim de usar métodos
mais atuais, dificultando o desenvolvimento do aluno.
Outro
papel da arte é a integração entre professor e aluno, principalmente nas
atividades com danças, músicas, teatro onde é preciso que
haja a ação conjunta para obter êxito nas atividades propostas. Assim os
professores devem procurar outros modos de ler as produções artísticas
infantis, percebendo como vão se configurando as transformações de cada
criança.
Por
meio da arte é possível desenvolver a percepção e a imaginação do aluno na sociedade,
pois e através dela que ele vai desenvolver sua capacidade crítica, vai ter
percepção do que o rodeia na sociedade em que esta inserido, desenvolvendo sua
criatividade.
O Despertar da Consciência
A arte possui a
capacidade desenvolvimento do indivíduo, estimulando o senso crítico e afetivo,
contudo a maioria das pessoas não são estimuladas a desenvolver a criatividade,
havendo a necessidade de desenvolver a capacidade criadora, para que isso
ocorra o professor pode fazer uso das linguagens artísticas que são as artes
visuais, música e dança, teatro e jogo dramático desenvolvendo nos alunos
habilidades de se relacionar, adotar uma consciência crítica.
Segundo o Referencial
Curricular Nacional para a Educação Infantil as artes visuais estão presentes
no dia a dia das crianças quando rabisca no chão ou pinta os objetos e até seu
próprio corpo com carvão, por exemplo. Assim segundo esta literatura:
“As
Artes Visuais expressam, comunicam e atribuem sentido a sensações, sentimentos,
pensamentos e realidade por meio da organização de linhas, formas, pontos,
tanto bidimensional como tridimensional, além de volume, espaço, cor e luz na
pintura, no desenho, na escultura, na gravura, na arquitetura, nos brinquedos,
bordados, entalhes etc.” (BRASIL, 2014a)
O que são as
artes visuais? A definição deste conceito é muito ampla, pois envolve áreas
como o teatro, dança, pinturas, colagens, gravuras, cinema, fotografia,
escultura, arquitetura, moda, paisagismo, decoração, etc. Na educação,
principalmente a infantil as artes visuais representam um estímulo essencial em
várias etapas do desenvolvimento da criança, isso porque trabalha a
criatividade e a imaginação, e proporciona a aquisição de novas habilidades e
novas formas de olhar o mundo.
A música e a dança,
este outro pilar importante para o desenvolvimento expressivo da criança, devem
está presente no dia a dia das crianças em sala de aula, porém é preciso rever
como o professor trabalha estes eixos, principalmente quando ele é tímido, já
que ambas exigem o máximo de expressividade. Assim, ignoradas em sala, a dança
não proporciona o desenvolvimento integrado do aluno acontecendo o mesmo com a
música porque ela favorece o bem-estar e o crescimento do saber dos alunos,
pois ela fala diretamente ao corpo, à mente e às emoções.
Os Parâmetros
Curriculares Nacionais (BRASIL, 2014b), a respeito da dança diz que “a
experiência motora permiti observar e analisar as ações humanas proporcionando
o desenvolvimento expressivo que é fundamento da criação estética”, o mesmo
documento ao orientar a utilização da música no ambiente escolar nos diz a
música é fundamental na formação de cidadãos, mas para isso é necessário que “todos
tenham a oportunidade de participar ativamente como ouvintes, intérpretes,
compositores e improvisadores, dentro e fora da sala de aula” desenvolvendo as
habilidades de comunicação e expressão, por exigir a interpretação,
improvisação e a composição, assim como estimula a apreciação significativa,
isto é, estimula a escuta, envolvimento e compreensão da linguagem musical e por
fim entender a música com produto cultural e histórico.
Outro importante
pilar relevante para desenvolvimento expressivo e criativo da criança é o
teatro e o jogo dramático. O processo de aprendizagem desta linguagem artística
busca desenvolver no educador e no educando a espontaneidade, a autoestima, a
criatividade, a consciência corporal, a percepção para um maior desempenho de
comunicação e compreensão com o grupo em sala de aula ou fora deste.
Com base nos
Parâmetros Curriculares Nacionais (BRASIL, 2014a), destacam-se as seguintes
habilidades ao trabalharmos o teatro em sala de aula: a expressão e a
comunicação ao trabalhar, entre outros fatores, com o “reconhecimento,
utilização da expressão e comunicação na criação teatral”; Ao usar o “reconhecimento
e integração com os colegas na elaboração de cenas e na improvisação teatral”,
desenvolve-se a produção coletiva.
Por fim, é
preciso adequar a criação artística segundo a faixa etária da criança
considerando que “o processo expressivo das crianças evolui de acordo com o seu
desenvolvimento” (ÁVILA, 2014, p. 4), e o professor deve respeitar o tempo/ritmo
de cada discente ao estimulá-los a criar ou a se expressar, por isso é
importante observar atentamente a evolução da turma.
A partir das
reflexões já realizadas, será apresentado a seguir um plano de aula a ser
aplicado na educação infantil, visando desenvolver o gosto pelo trabalho
artístico, atribuindo um novo significado a tarefa que as crianças fazem com
frequência que é a pintura.
PLANO DE AULA
Série/ano: Educação
Infantil, Jardim 2
Duração das
atividades: 90 minutos
Conteúdos: Efeitos
com tinta
|
OBJETIVOS
|
OBJETIVO GERAL:
- Explorar as possibilidades de
representação de suas idéias, utilizando tinta guache e recursos
diversificados.
|
|
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Criação de desenhos, pinturas,
colagens, modelagens, com base em seu próprio repertório e na utilização dos
elementos da linguagem das Artes Visuais: ponto, linha, forma, cor, volume,
espaço, textura, etc.
- Exploração e utilização de alguns
procedimentos necessários para desenhar, pintar, modelar, etc.
- Exploração e aprofundamento das
possibilidades oferecidas pelos diversos materiais, instrumentos e suportes
necessários para o fazer artístico.
|
|
|
METODOLOGIA
|
1 - Apresentar os materiais aos
alunos e solicitar que comentem se já experimentaram pintar usando tinta e
algum desses recursos apresentados;
2- Comentar que terão a oportunidade
de conhecer algumas maneiras de produzir efeitos diferenciados com tinta
guache e materiais disponíveis.
3 - Organizar as experimentações dos
alunos de modo que possam perceber os efeitos produzidos, seguindo as
seguintes orientações:
a) Efeito esfumaçado: solicitar que
pintem a base para pintura, com qualquer cor; Antes que a tinta seque, devem
pressionar a bola de algodão, de modo a retirar o excesso de tinta.
b) Representando grama: Solicitar que
pintem a base para pintura com tinta verde, deixando uma camada relativamente
grossa de tinta; Ainda com a tinta úmida, devem esfregar o galhinho fino para
criar riscos disformes na tinta;
c) Texturas diversas: Seguir os mesmo
passos anteriores, contudo experimentando os outros objetos para realizar a
pintura e conferir o efeito na folha de papel.
|
|
RECURSOS
|
- Esponjas; Pedaços de tecidos; Papel amassado; Bolas de algodão;
Galhinhos finos de árvores; Pincéis e rolos; Tinta guache de diferentes
cores; Papel A4, ou outros similares.
|
|
AVALIAÇÃO
|
Perceber se os alunos, ao longo das
experimentações propostas:
- Estabelecem relações entre o efeito
sugerido pela estratégia e suas intenções de representação.
- Interessam-se para obter resultados
diversificados com os materiais disponibilizados.
- Procuram cuidar com a maneira como
executam as propostas, tendo em vista o resultado obtido.
|
O Desenvolvimento do Potencial Criador do Indivíduo
Podemos
ressaltar que a importância da apreciação estética e do trabalho com obras de
arte para o desenvolvimento de criatividade e da sensibilidade infantil reflete,
sobre a apreciação das grandes obras e não do despertar artísticos. O teatro, a
dança, música e arte visuais podem ajudar na educação da criança, visando
estimular a sensibilidade do aluno, incentivando-o a pensar, sentir, agir de
maneira diferente por meio do uso de diversas linguagens artísticas, buscando
favorecer o desenvolvimento do potencial criador do indivíduo.
Podemos notar
que a arte não é ensinada e nem apreendida de maneira suficiente pelas maiorias
das crianças e adolescentes brasileiros. E estes alunos necessitam de um espaço
para o desenvolvimento pessoal e social que se caracterizam, por meio de
vivência e posse de conhecimentos artísticos e estéticos dos alunos, para isso precisa-se
pensar, em uma nova metodologia para a educação das crianças e adolescentes brasileiros,
pois só assim a arte na educação escolar venha ter funções indispensáveis na
vida destes alunos.
A arte é um
fator muito rico, humaniza, combina percepção, imaginação. Nesse repertório
cultural e histórico do mundo é ensinado o desenvolvimento pessoal e social por
meio de vivência e posse de conhecimento artístico e posse de conhecimento artístico
e desenvolvimento é lido e representado através do seu ponto de vista, utilizado
forma de cores, sons, movimento, ritmos e cenários.
Temos à
representação simbólica: dos traços espirituais, materiais, intelectuais e
emocionais que caracterizam a sociedade ou grupos sociais a seu modo de vida, seu
sistema de valores a crenças e tradições. Essa importância da representação da
arte para a formarão da criança e adolescentes influenciam várias formas de
aprendizagem psíquica e motora destes alunos.
A prática de
atividades lúdicas faz parte na forma de educar, e desenvolvendo a
potencialidade do aprendizado psíquico e motor dos alunos. Para desenvolver
estas técnicas criativas, deve ser sempre a grande preocupação do educador. O
importante é que possamos através dessas criatividades compartilha esses
conhecimentos no desenvolvimento e desempenho do ensino e aprendizagem na
educação da arte para crianças e adolescentes.
REFERÊNCIAS
ÁVILA, Meg Gomes Martins de. Arte, Criatividade e Recreação: A
importância das artes na infância. Caderno de Atividades. Anhanguera
Publicações: Valinhos, 2014;
BARROS, Jussara. Trabalhando com Obras de Arte. In:
Brasil Escola. URL: http://educador.brasilescola.com/orientacoes/trabalhando-com-obras-arte.htm . Acesso em
10 set. 2014;
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares
Nacionais - Arte. Brasília: MEC/SEF, 1997. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/livro06.pdf.
Acesso em 23 ago. 2014a;
______. Secretaria de Educação Fundamental.
Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998.
Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/volume3.pdf.
Acesso em: 23 ago. 2014b;
CUNHA, Susana R. V. da (Org.) et al. As artes no universo infantil.
Porto Alegre: Mediação, 2012.
Nenhum comentário:
Postar um comentário